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SAÚDE

NA POLÊMICA SOBRE A POLICLÍNICA REGIONAL A SAUDE DO POVO É O QUE MENOS IMPORTA PARA A OPOSIÇÃO

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Desde que perdeu as eleições em 2020 o ex-prefeito “fraterno” age nas sombras para fazer da Policlínica Regional um instrumento político.

O jogo é rasteiro, inescrupuloso e nele
o povo é o que menos importa.
A mídia comprada bate incessantemente tentando incutir na população a ideia de que, no final de tudo, ela é quem vai sair perdendo por suposta “irresponsabilidade” dos prefeitos que não aderirem pecuniariamente ao consórcio.
Ora, ora, vamos contar de novo essa história para os senhores, desta vez narrando os fatos reais.
O que é real
Com inauguração prevista para o próximo mês, a Policlínica Regional, criada em 2017, será administrada pelo Consórcio de Saúde da Costa do Descobrimento, formado por 8 municípios, tendo Eunápolis e Porto Seguro como maiores contribuintes.
” Os consórcios federativos consistem na junção de municípios por Regiões de Saúde do estado, para unir esforços e dividir os custos com a assistência à saúde de seus habitantes”.
 
Ocorre que, no caso dos prefeitos de Eunápolis e Porto Seguro, maiores contribuintes do Consórcio de Saúde da Costa do Descobrimento, o custo-benefício não fecha e, portanto, não vale à pena o ivestimento de cerca de 2 milhões anuais.
 
Essa conta fica clara quando explicada pela prefeita de Eunápolis, Cordélia Torres em sua ultima entrevista numa rádio local e pela Secretária de Saude Anara Sartório, que detalha os fatos com argumentos tecnicamente icontestáveis.
 

 

“Eunápolis iria arcar com um valor anual de quase R$ 2 milhões para contar com
 serviços de saúde que já são oferecidos atualmente pelo município”.

 

 
Não é real que Eunápolis e Porto Seguro estão fora do Consórcio. 
 
A adesão ocorreu em 2017, quando a realidade na saúde municipal era outra. Hoje não há razão para integrá-lo e participar do rateio.
 
Haverá uma clara redução na oferta de serviços, a exemplo de exames de tomografia computadorizada, que o município hoje realiza uma média de 200 por mês e a Policlínica, dirigida pelo Consórcio, ofereceria apenas 92″.
 
Os prefeitos Jânio e Cordélia, muito acertadamente, 
não querem participar do rateio, contribuindo de forma pecuniária (R$153 mil e mais de R$ 200 mil/mês, respectivamente), por serviços que não cobrirão as necessidades dos seus
municípios. E, ao contrário do que se alardeia em certos setores da imprensa, quando tomam tal posição estão pensando no que é melhor para a população.
 
Junte-se a isso o fato de que tudo concorre para se crer que a Policlínica, administrada pelo unico prefeito envolvido na Operação Fraternos eleito, levado à presidência em circunstâncias discutíveis, será usada políticamente pelo grupo de oposição aos prefeitos dissidentes e abrigará em seus quadros apaniguados do ex-prefeito de Eunápolis, contratados por meio de processo seletivo feito às pressas e sem a ampla divulgação. 
 
Trocando em miúdos, o que menos interessa à essa turma é a saúde do povo, que na próxima oportunidade  será trocada por votos.
 
Usar a venalidade de sites oportunistas e “comentaristas políticos” de ocasião para torcer os fatos e dividir a opinião pública, faz parte do jogo sujo e da política barata de oposição.
 
Cordélia e Jânio não vão cair nessa. Têm grandes planos para a saúde em seus municípios e vão seguir promovendo as melhorias necessárias para que aconteçam, na prática. 
 
Quanto ao povo, chega de engolir a narrativa de “terra arrasada e sem rumo” vendida pela oposição. A população precisa acordar e parar de se deixar manipular.
 
por Mara Magalhães
 
 

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