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​Salvador estuda colocar quiosques nas praias inspirados na orla do Rio de Janeiro

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Foto: Reprodução/Copacabana.com e whereinrio.com.

O Rio de Janeiro é conhecido por ter centenas de quiosques espalhados pelas praias da cidade maravilhosa. 

Em breve, a capital baiana — que possui o maior litoral do Nordeste, com 64 km — pode seguir o mesmo caminho e ter estruturas físicas que ofereçam uma variedade de serviços aos frequentadores. 

É que a Prefeitura de Salvador já encomendou estudos para análise da prestação de serviços à beira-mar em um dos trechos de orla.

A informação, dada em primeira mão pelo site Bahia Notícias, foi confirmada ao Alô Alô Bahia nesta quinta-feira (1º) pela gestão municipal. O prefeito Bruno Reis também confirmou nesta manhã a possibilidade de construção dos quiosques em Salvador após o término das obras de requalificação da orla. 

“Nós ainda vamos decidir se a gente vai fazer concessão, permissão ou outra destinação. Há grupos privados com interesse de explorar e participando do devido processo legal. Pode ser que, ao final, a gente tome a decisão por seguir por esse caminho, mas ainda a obra está sendo executada”, disse, em entrevista ao BNews.

As análises encomendadas pela Prefeitura, sob supervisão da Secretaria Municipal de Ordem Pública (SEMOP), visam melhorar a infraestrutura da orla para soteropolitanos e turistas, proporcionando aos visitantes uma experiência completa durante sua estadia na praia. O tema também já foi discutido na Câmara de Vereadores de Salvador e deve ser retomado após o recesso. 

A empresa escolhida para esses estudos iniciais de viabilidade foi a Orla BR Administracao de Mobiliario Urbano LTDA, responsável pela Orla Rio, concessionária responsável pela administração de 309 quiosques e 27 postos de Salvamento da orla do Rio de Janeiro. A empresa também é responsável por banheiros públicos, chuveiros e fraldários. 

A Prefeitura de Salvador encomendou um estudo envolvendo um trecho da Boca do Rio, Praia dos Artistas, Praia de Pituaçu e o trecho Praia de Jaguaribe e Piatã, ambos ocupando aproximadamente cinco quilômetros da Avenida Octávio Mangabeira, em duas fases. A empresa terá, ao todo, 180 dias para realizar o estudo completo, com orçamento limite de R$ 1 milhão. 

Fala Mara | Redação Alô Bahia

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